Tuesday, July 17, 2012
If you're not there when I need you, please, leave me alone.
Saturday, July 14, 2012
Hold me, thrill me, kiss me, kill me
"E dêem-me a estupidez - se a outra opção é tédio." Pedro Chagas Freitas
Tuesday, July 10, 2012
Vou. Porque tenho de ir. Porque não tenho como o contrariar. Todas as células do meu corpo me dizem, tens de ir. Porque não quero que sejas só alguém que eu conheci.
Se chamas por mim. Vou.
Se chamas por mim. Vou.
Sunday, July 8, 2012
Tenho os pés fora do chão. Estou tonta, inebriada, fora de mim, uma vontade incontrolável de me deixar cair e cair e cair e, mesmo que me estatele no chão, que ninguém me apanhe, que ninguém me segure, que ninguém me prenda pelo braços, porque cair é a única forma de ir. E eu quero ir. Eu vou. Já fui. Quero essa vertigem de te ver, essas borboletas no estômago quando chegas, essa energia do outro mundo quando me tocas, essa vontade, a vontade.. que não se apaga, que não se esgota, que não se cura, que não tem fim.
Tuesday, June 26, 2012
E de repente, estou feliz porque estou, estou feliz porque sim. Estou feliz porque tenho o coração cheio, de tudo e de nada, tenho uma energia leve que me move, que me faz tremer, que me dá nervoso miudinho, que me faz sorrir sozinha, sem motivos, porque abri o peito, que tinha fechado para o mundo, e porque as nuvens desfizeram-se dos meus olhos. Abri-os e vi outros azuis, porque o amor, seja este no formato que for, perdure ele por duas horas ou por duas vidas, forma-se no sorriso dos lábios que me beijam, nos braços que me apertam, na vontade que faz baixar guardas e correr atrás do que não se pode perder, que estas emoções têm de se agarrar a duas mãos e gritar a plenos pulmões.
Porque tens o sabor do mel e da canela, o cheiro de flores mornas, madeira, a óleos orientais e a gengibre, tens o toque da seda, do pêssego, da pimenta e as tuas mãos são as águas cristalinas do Índico onde sei que vou submergir até perder o fôlego.
Não. Não vou fugir. Quanto muito vou correr. Para o lugar onde já sabes.
Sunday, June 24, 2012
Afinal, às vezes é preciso estragar tudo para que as coisas boas possam acontecer.
Acho que ainda não estou bem em mim.. fico com um sorriso idiota nos lábios quando me lembro de ti. E sinto um arrepio na pele quando, ao fechar os olhos, posso sentir os teus lábios novamente.. e as tuas mãos pelo meu corpo... não sei onde fui buscar forças para me vir embora, para vir costas a ti... ficou um desejo por concretizar, um desejo que nenhum de nós vai querer deixar passar em claro durante muito tempo. Quero-te, mas quero mesmo.. quero mais de ti, já há tempos que não queria mais nada de ninguém, mas de ti, quero mais... a nossa química, a empatia da nossa pele, mãos nas mãos, rosto com rosto, cheiro com cheiro, peito com peito, é uma magia que não acontece todos os dias.. quero-te, e é isso.
Saturday, June 23, 2012
Estraguei tudo, como sempre faço. Sempre. Quando aparece, por magia ou dádiva, na minha vida, alguém que parece ser especial.
Quando esse alguém, é um alguém suficientemente forte para se aproximar, a sério, quando esse alguém pode ter um acesso directo à minha atenção... quando tem tudo.. eu fujo, induzindo a que propositadamente não goste de mim. Não dou resposta, prometo encontros que não posso cumprir, sempre ocupada com os planos do costume, lá me ponho a inventar defeitos, a arranjar desculpas para não me mexer, dou e tiro, sou quente, e a seguir fria. E quando me apercebo do que acabo de fazer e tento voltar atrás.. é tarde, é sempre tarde, estou sempre adiantada ou atrasada para o meu tempo.
Agora, só por um bocadinho, apetecia-me que fosse inverno. Só para poder, debaixo de mantas, cantar isto ao ouvido de um alguém.
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